terça-feira, 4 de fevereiro de 2014


Confira o calendário da Olimpíada de Língua Portuguesa 2014

O lançamento nacional acontece em São Paulo (SP), no dia 24 de fevereiro, mas os educadores de todo o Brasil já podem se preparar e dar início ao planejamento para a 4ª. edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. O calendário com as datas, prazos e períodos para todas as atividades já está disponível aqui na Comunidade Virtual. Ele pode ser baixado, impresso e afixado em lugar que facilite a consulta.
As principais datas estão destacadas, trazendo informações básicas. A partir do lançamento, em 24 de fevereiro, as inscrições de professores e as adesões de Estados e municípios poderão ser realizadas unicamente via Comunidade Virtual Escrevendo o Futuro, o Portal da Olimpíada (www.escrevendo.cenpec.org.br), até o dia 30 de abril.
As oficinas com os alunos podem ser realizadas logo no início do ano letivo e ser incluídas no planejamento do professor. A metodologia da Olimpíada segue todos os parâmetros curriculares oficiais de língua portuguesa. A recomendação é que as oficinas sejam concluídas ao final do primeiro semestre letivo, incluindo todas as atividades em sala de aula, criação dos textos, releituras e reescritas. O texto – ou textos, se a escola participa com mais de um gênero – deve ser enviado até a data limite de 15 de agosto, também exclusivamente via Comunidade Virtual.
A partir de 18 de agosto até 12 de setembro, as comissões julgadoras municipais devem se reunir e enviar os textos selecionados no município, um para cada gênero do qual participam.
A partir das próximas semanas, até o final da Olimpíada 2014, a Comunidade Virtual Escrevendo o Futuro, o Portal da Olimpíada, irá publicar informações sobre os prazos e as atividades em andamento.
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Os afetos necessários na sala de aula

A escola é um local privilegiado de desenvolvimento da habilidade cognitiva, isto é, da inteligência, da capacidade de compreender e de resolver problemas.
Os alunos vão à escola para aprender. Isso é um fato. Português, matemática, história, geografia, artes, etc. Mas há algo fundamental que dá vida e significado a esse aprendizado. Os alunos não são máquinas em que se programam conteúdos e eles vão repetindo. Os alunos são pessoas, carentes de atenção, de cuidado, de vínculo.
Lembro-me de uma professora que me deu aula, no antigo primário, numa escola estadual. Quando voltamos das férias e as aulas se reiniciaram, ela entrou na sala e nos disse que havia sentido muito a nossa falta. Que estava muito feliz, naquele dia, porque estávamos juntos novamente. Esse sentimento nos envolvia, era, no subtexto, algo dizendo que éramos muito importantes para ela, para o exercício do seu ofício, para sua vida.
Outra vez, fui eu, como professor, que, ouvindo a conversa entre duas alunas, percebi que uma falava sobre um problema de saúde de sua mãe. Na semana seguinte, perguntei se a mãe havia melhorado. Um dia desses, encontrei essa ex-aluna, de tantos anos atrás. Ela se lembrou dessa história (eu não me lembrava) e disse que nunca se esqueceu de um professor que se preocupara com a saúde de sua mãe.
Há algo essencial que nós, professores, temos que ter em mente: o imenso poder de construir ou de destruir os sonhos de nossos alunos. Somos seus referenciais. É preciso que nossa postura de competência, de seriedade, seja iluminada com os afetos necessários nas salas de aula. A atenção, o olhar, o respeito. Sei que há muitos problemas de disciplina, de apatia, vindos - muitas vezes - de famílias que não fazem sua parte na educação de seus filhos. Mas, mesmo diante das dificuldades, podemos realizar, com dignidade, a profissão que abraçamos.
Que nesse início de ano letivo, nós, professores, nos lembremos da nossa aspiração de cuidar das pessoas, abrindo a elas as janelas das oportunidades. Afinal, a educação é o passaporte para a liberdade.
Façamos a nossa parte, com competência, com afeto.
Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 31/1/2014

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Garoto de 14 anos, estudante de escola pública de Mari, passa na UFPB

Para mãe de Gabriel, filho tem maturidade para o desafio
O estudante Gabriel Leite, de apenas 14 anos, conseguiu uma vaga no curso de Física na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O adolescente fez 536 pontos no exame e a princípio estaria apto a entrar no curso. Porém, o garoto e a mãe, Antônia Leite, estão buscando ajuda jurídica para Gabriel poder fazer sua matrícula, pois ele ainda não concluiu o ensino médio e teria de possuir um certificado de conclusão dos últimos anos de colégio e entrar na Justiça para assegurar a vaga. Casos como o de Gabriel estão se tornando comuns no Brasil e na Paraíba: em uma escola particular de João Pessoa, 40 alunos ficaram na mesma situação de Gabriel do ano passado para cá.
A mãe do garoto, Antônia, já sabe da dificuldade de conseguir êxito nos tribunais em casos como esse. “Nós precisamos de um advogado para ele poder entrar na faculdade. É um caso bastante raro, no Brasil inteiro parece que só tem três casos de alunos que conseguiram entrar na universidade sem terminar o Ensino Médio. Uma menina do Mato Grosso do Sul passou para Artes Visuais na universidade de lá e conseguiu entrar no curso”, afirmou.
Antônia destaca que o filho também tem consciência da dificuldade para ingressar na faculdade. “Ele está ciente de que pode não chegar à universidade, ele não vai se aborrecer”, disse. Apesar do filho ser muito novo, Antônia disse que Gabriel demonstra maturidade para encarar o desafio. “Ele é um menino muito tranquilo. Tem 14 anos, mas todo mundo diz que ele tem cabeça de 18, 20 anos. Incentivo ele nos estudos, mas graças a Deus não preciso ficar pegando no pé dele, ele sempre foi muito responsável com os estudos”, explicou a mãe.
Gabriel mora em Mari (município do Brejo paraibano, a 80 km de João Pessoa) e estuda na Escola Estadual José Paulo de França. Ele contou que esteve perto de entrar em outro curso, mas acabou obtendo vaga para a segunda opção, Física. “Fiz o Enem só para pegar experiência mesmo, mas quando saiu o resultado vi que a média estava acima do normal e me inscrevi no Sisu. Na primeira chamada, fiquei perto de passar para Engenharia da Computação, mas não deu. Aí na segunda chamada, fui convocado para o curso de Física”, explicou. Ele recebeu a notícia com muita alegria, pois tem como objetivo cursar faculdade na área de Exatas, apesar de dividir os estudos com a participação de um programa jornalístico de uma rádio local. “Em casa foi uma festa. Fiquei surpreso, meu irmão mais velho então ficou mais surpreso ainda. Minha intenção é ir direto para a universidade mesmo”, disse. 
O estudante admite que não passa horas e horas em frente aos livros, mas gosta muito dos estudos. “Confesso que eu não sou muito aplicado, mas sempre tive uma facilidade grande para aprender as coisas. Escolhi Física porque prefiro muito mais a área de exatas, tenho preferência em trabalhar com algo que envolva a área de computação”, afirmou.

Milhões de crianças no mundo não aprendem o básico, diz Unesco

Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto
Em países em desenvolvimento, 69 milhões de adolescentes e 57 milhões de crianças estavam fora da escola em 2011. Entre os que frequentam a escola, muitos não têm aprendizado  satisfatório devido à baixa qualidade da educação. Os dados estão no 11° Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, divulgado hoje (29) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O relatório monitora os avanços de metas pactuadas entre 164 países a serem cumpridas até 2015.
“A baixa qualidade da educação significa que milhões de crianças não estão aprendendo sequer o básico. De 650 milhões de crianças em idade de frequentar a educação primária, pelo menos 250 milhões não estão aprendendo o básico de leitura e matemática”, mostra o relatório.
O custo anual de 250 milhões de crianças sem aprender o básico equivale a US$ 129 bilhões, de acordo com a coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, Maria Rebeca Otero. “O relatório  aponta que há uma crise de aprendizagem muito grande, em que se perde US$ 129 bilhões por ano, que poderiam estar mais bem investidos na educação”, diz.
Em relação aos adolescentes, o texto indica que muitos não adquiriram as habilidades básicas no primeiro nível de ensino secundário. O número de adolescentes fora da escola apresentou redução de 31% desde 1999. No entanto, a redução está estagnada desde 2007. “Em países de baixa renda, apenas 37% dos adolescentes completam o primeiro nível do ensino secundário e esse número chega a 14% nos países mais pobres”, informa o texto.
A capacitação dos professores e o investimento em educação estão entre os caminhos apontados para superar esses problemas. Os professores ganham atenção no relatório,que trata a capacitação como uma das formas de aperfeiçoar a qualidade da educação. De acordo com a publicação, os governos precisam intensificar os esforços para contratar 1,6 milhão de professores adicionais para conseguir universalizar a educação primária até 2015.
“É importante que possamos atrair bons candidatos para dar aula, pessoas que gostem do que fazem, e oferecer formação continuada. Há necessidade de valorizar melhor os professores e eles devem estar munidos de ferramentas como um curriculo adequado”, avalia Maria Rebeca Otero.
Segundo o relatório, seriam necessários esforços significativos de governo e outros agentes, assim como novas formas de financiamento para implementar mudanças necessárias na educação. “No estágio atual, os governos simplesmente não podem se permitir uma redução no investimento da educação. Tampouco os doadores deveriam deixar de cumprir suas promessas de financiamento. Isso pede que exploremos novas formas de financiar necessidades urgentes”, acrescenta.
O relatório monitora os avanços das seis metas do Educação para Todos, estabelecidas por 164 países na Conferência de Dacar (Senegal), em 2000. O prazo para o cumprimento das metas é 2015, no entanto, o relatório conclui que nenhum objetivo será conquistado globalmente nesse prazo.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

No AM, paixão por leitura vira blog e traz benefícios a estudante de 13 anos

Meta para 2014 é ler 50 livros, cinco deles em inglês, segundo o jovem.
Blog foi selecionado por editora para receber livros gratuitamente.

Do G1 AM
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Gabriel lê em média um livro por semana (Foto: Romulo de Sousa/G1 AM)Gabriel lê em média um livro por semana (Foto: Romulo de Sousa/G1 AM)
O brasileiro lê em média quatro livros por ano, sendo apenas 2,1 livros até o fim, segundo dados da 3ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita em 2011. Desafiando as estatísticas, o estudante Gabriel Andion, com apenas 12 anos, traçou a meta de ler 40 livros em 2013. Agora, aos 13 anos, ele pretende ler 50 livros até o fim de 2014.
Gabriel também mantém um blog, o "Letras de Pijama", em que publica resenhas para cada um dos livros que lê. Por meio da internet, conheceu novas pessoas que interessam-se pelos mesmos livros que ele. O sucesso fez com que uma editora selecionasse o blog de Gabriel e a cada mês o garoto recebe livros gratuitamente para que também tenham resenhas feitas por Gabriel, além de obras destinadas a sorteios. Os gêneros favoritos são fantasia sobrenatural e YAs, os Young Adults, literatura destinada a jovens leitores de até 21 anos.
O interesse pela leitura começou logo cedo, aos seis anos. Os pais do menino compravam livros sempre que viajavam a trabalho. "Nunca dava tempo de trazermos algum tipo de presente dos lugares aonde íamos pra dar para eles. Então, como em todo aeroporto tem uma livraria, sempre trazíamos um livro pra cada um dos nossos filhos", contou a mãe, Izabel Andion. Porém Gabriel sempre lia os próprios livros e os do irmão. "O irmão sempre se interessou mais por esportes e adora pedalar. Estuda bastante, mas só lê o que é necessário", disse.
O hábito de ler bastante trouxe, desde cedo, bons resultados para Gabriel. O menino estuda o 8º ano do ensino fundamental no Colégio Militar de Manaus (CMM). Com 7 anos, Gabriel leu toda a série 'Diário de um Banana', do autor Jeff Kinney, voltada para o público infantil. A partir de então começou a ler livros maiores. "Quando ele passou para o Colégio Militar, nós vimos o resultado de tanta leitura, pois a concorrência é muito alta. A redação e a prova de língua portuguesa dele foram excelentes", relembrou a mãe.
Meta surgiu após criação do blog 'Letras de Pijama' (Foto: Romulo de Sousa/G1 AM)Meta surgiu após criação do blog 'Letras de Pijama' (Foto: Romulo de Sousa/G1 AM)
O segredo para ler tanto é conciliar o tempo. A média de leitura do garoto é de um livro por semana. "Todos os dias chego em casa, acesso o blog por 15 minutos, faço o dever de casa e começo a ler", explicou. Em época de provas, Gabriel diminui o ritmo e se dedica mais aos estudos. "No primeiro semestre de 2013, li apenas nove livros da meta, porque fiquei apertado no colégio. Já na segunda parte do ano tive que correr com os outros 31", relatou.
A internet, muitas vezes vista como uma dor de cabeça para os pais, é bem aproveitada por Gabriel, segundo a mãe. A ferramenta foi um dos meios que ajudou Gabriel a aprender inglês logo cedo. "Sei um pouco de inglês porque gosto de ouvir músicas de fora que acho na internet". Dos 50 livros que Gabriel pretende ler em 2014, cinco deles deverão se em inglês.
A mãe de Gabriel afirmou que ela e o marido, Marcelo Andion, sempre acompanham os comentários que Gabriel recebe no blog. "Receio nós temos. Buscamos sempre orientá-lo pra ele tomar cuidado, mas nunca vimos nada que nos preocupasse. A gente sempre acompanha pra ver com quem ele está interagindo. Ele também é bastante consciente dos riscos que corre na internet", ressaltou.
Pela internet Gabriel encontra pessoas com gosto semelhante  (Foto: Romulo de Sousa/G1 AM)Pela internet Gabriel encontra pessoas com gosto semelhante (Foto: Romulo de Sousa/G1 AM)
Na internet, Gabriel também encontra inspiração. O jovem começou a fazer resenhas inspirando-se nos blogs de outros fãs de literatura. No início, não sabia muito bem como escrever, mas logo pegou o jeito. Seguindo ainda o exemplo de outros blogueiros, Gabriel quer ainda lançar um livro.
Os pais de Gabriel não classificam a compulsão por leitura do menino como desperdício, e sim como investimento. "Ele escreve bem por causa da leitura. Quem lê muito escreve bem. Muitos amigos nossos acham que nós revisamos o que ele escreve no blog. Isso deixa a gente muito orgulhoso", relatou a mãe, sorridente.

Língua Portuguesa – Inscrições para olimpíada deste ano serão abertas em fevereiro


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O Ministério da Educação abre, em 24 de fevereiro, o período de inscrições da quarta edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro – O lugar onde vivo. O prazo termina em 30 de maio. A inscrição começa com os professores de língua portuguesa que lecionam do quinto ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio público. Mas é preciso que as secretarias estaduais e municipais de educação façam a adesão, para que os professores possam participar.
A novidade da olimpíada neste ano será a distribuição, aos professores, de jogos virtuais que vão apoiar as atividades na sala e aula. A coordenadora da olimpíada, Sônia Madi, explica que os jogos abordam problemas e questões comuns no estudo da língua para os quatro gêneros literários que serão trabalhados em 2014.
Professores do quinto e sexto ano do ensino fundamental, por exemplo, que vão desenvolver a poesia com os estudantes, terão um jogo com poemas onde são “penduradas” palavras que rimam. Se o poema criado rima, mas o texto perde sentido, o aluno perde ponto; se, ao contrário, rima e ganha sentido, o estudante ganha ponto.
Além dos jogos, todas as escolas participantes vão receber uma revista com encarte de um CD dos cadernos virtuais, que são recursos didáticos que ajudam os professores a desenvolver o estudo da língua portuguesa.
Gêneros – O lugar onde vivo é o tema que será trabalhado por todos os estudantes que participam da olimpíada. Alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental vão estudar e escrever poesia; sétimo e oitavo ano, textos no gênero memória; nono ano do ensino fundamental e primeira série do ensino médio, crônica; segunda e terceira série do ensino médio, artigo de opinião.
A Olimpíada de Língua Portuguesa vai premiar os 152 estudantes finalistas e seus professores com tablets, medalhas e obras literárias; e 20 escolas com laboratório de informática, data show e telão.
Histórico – Em 2008, a Olimpíada de Língua Portuguesa se tornou política pública de educação, sob a coordenação do MEC, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). A olimpíada teve origem no programa Escrevendo o Futuro, desenvolvido pela Fundação Itaú Social, entre 2002 e 2006, em edições bienais, que contaram, naquele período, com a participação de mais de 3,5 milhões de estudantes em todo o país.
Na segunda edição, em 2010, a olimpíada teve a participação de mais de 7 milhões de alunos da educação básica, 60,1 mil escolas públicas e 239,4 mil professores; em 2012, na terceira edição, foram 5 milhões de alunos, 40 mil escolas públicas e 90 mil professores.
Confira o portal da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro.
Autor: MEC
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20169:inscricoes-para-olimpiada-deste-ano-serao-abertas-em-fevereiro-&catid=211&Itemid=86

DICAS DE LIVROS

* UM DIA - David Nicholls;
*MULHERES INTELIGENTES, RELAÇÕES SAUDÁVEIS - Augusto Cury;
* MINHA VIDA PELO SEU PERDÃO- Berenice Germano;
* O MAPA DE UM DESEJO IMPOSSÍVEL - Anuradha roy;
* QUANDO ELA SE FOI - HARLAN COBEN;
* NÃO CONTE A NINGUÉM - Harlan Coben

LÍNGUA PORTUGUESA


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